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92% dos profissionais LGBT vê progressos na construção de uma cultura de igualdade


07/08/2018

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Lideranças podem fazer mais: em empresas onde essa cultura ainda não se desenvolveu,
esses funcionários
são duas vezes mais sujeitos a sofrer discriminação ou assédio

A Accenture acaba de divulgar o estudo “Getting To Equal 2018 LGBT”, que entrevistou mais de 1.500 profissionais LGBT em 31 países para entender o impacto que uma cultura de igualdade no local de trabalho pode ter na experiência e no progresso de funcionários.

Entre os dados mais relevantes, o destaque fica para 92% que acredita que sua organização fez grandes progressos quando se trata de construir uma cultura de igualdade, impulsionada por fatores-chave que suas empresas implementam, como estabelecer metas de diversidade pública e ajudar a garantir que as pessoas não precisem mudar sua aparência. Outra informação extraída do levantamento é que, dentre os respondentes, 83% afirma que trabalha para organizações que anunciaram metas para aumentar a diversidade. No total, foram analisados 40 fatores que contribuem para a criação de igualdade no ambiente corporativo.

De fato, nas empresas em que tais fatores são comuns, os funcionários LGBT tem/são:

  • 50% mais probabilidade de avançar para um cargo de gerência ou acima, e três vezes mais probabilidade de subir a gerente sênior ou acima.
  • Três vezes mais satisfeitos com sua progressão na carreira e quase 50% mais propensos a aspirar ou estar em uma posição de liderança sênior.

A pesquisa também revela que os líderes empresariais podem fazer mais para ajudar os funcionários LGBT a prosperar. Em organizações onde esses fatores são menos comuns:

  • Os funcionários são duas vezes mais propensos a sofrer discriminação e/ou assédio.
  • 54% foram convidados a mudar sua aparência ou conhecem um colega que tenha passado por essa situação.

 

 

Por Accenture 

Foto: Unsplash

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